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Riscos de impactos de raio em eventos desportivos ao ar livre, como prevenir os acidentes?

17/01/2019

O raio é um evento natural que afeta de maneira importante as atividades que se realizam ao ar livre e que supõem um risco sem as medidas de prevenção adequadas. Os dados recolhidos por diferentes instituições coincidem na incidência do raio em atividades desportivas.

O serviço Meteorológico dos Estados Unidos, (NOOA) segundo os dados recolhidos entre 2006 e 2013, afirma que 14% das mortes provocadas por impacto de raio ocorreram durante atividades desportivas e de ócio ao ar livre.

Riscos de impactos de raio em eventos desportivos ao ar livre, como prevenir os acidentes?    

Na mesma linha, o NLSI (Instituto Nacional de Segurança Contra o Raio de E.E.U.U.) insiste que o raio é o fenómeno meteorológico que mais afeta os eventos desportivos ao ar livre.

Frequentemente vemos nos meios de comunicação noticias que relatam partidas ou eventos de diferentes disciplinas desportivas suspendidos ou atrasados devido ao risco de impacto de raio por uma tempestade elétrica no local do evento. Recentemente assistimos à partida de futebol americano mais longa da história devido aos atrasos produzidos pelas interrupções na competição entre Dolphins vs. Titans.

Os raios supõem um risco grave para as pessoas nos espaços abertos e é fundamental aplicar as medidas de precaução necessárias para que nenhuma pessoa fique ferida. Estas medidas são aplicadas com o objetivo de garantir a segurança dos desportistas e dos amadores.

Em todos os casos é necessário consciencializar a população dos riscos para a segurança que podem supor os raios e como evitar expor-se a estes riscos.

Norma sobre raios em eventos ou atividades desportivas

Cada desporto ou instituição organizadora tem a sua própria norma em matéria de proteção contra o raio, já que geralmente não partilham uma marca comum. Em muitos casos, inclusive, não existe uma norma específica que contemple um protocolo concreto no caso de risco de impacto de raio, o qual põe em perigo as pessoas.

De seguida falaremos sobre algumas associações ou tipos de eventos desportivos que se veem afetados pela incidência de raios nos espaços abertos.

Norma de proteção contra o raio na NCAA e NAIA

A NCAA (The National Collegiate Athletic Association) é uma das associações desportivas que tem uma norma específica para a proteção contra o raio. Segundo a sua norma interna, uma partida deve ser suspensa até que desapareça o risco por impacto de raio destro das 8 milhas do estádio. Quando acontece esta situação, mantêm-se um tempo preventivo de 30 minutos desde a queda do último raio nessa área.

No entanto, esta norma baseia-se na regra 30/30. Tal como explicado num artigo anterior, a regra 30/30 não é eficaz e supõem riscos para a segurança.

A NAIA (National Association of Intercollegiate Athletics) tem uma norma similar, tal como acontece no texto da NCAA, recomenda-se que nos eventos se selecione uma pessoa como responsável pela segurança relacionada com a meteorologia. Para a pessoa que possuir este cargo, será de grande ajuda contar com um detetor de risco de tempestade elétrica, também conhecido como detetor de raios, em vez de ter que realizar provas unicamente visuais ou auditivas e um seguimento das previsões meteorológicas locais.

Atuação em caso de risco por tempestade elétrica no golfe

O golfe é um dos desportos onde a área de jogo a céu aberto é de maior extensão. Por isso, pelo risco que supõe, é impressionante que não exista uma norma especifica em relação à proteção contra o raio.

No entanto, nas regras de golfe mencionam-se algumas medidas relacionadas com o risco de queda de raio. Concretamente, a regra 6-8a específica que o jogador poderá interromper o jogo quando acredita que existe perigo de queda de raios. Também o comité (regra 6-8a) poderá suspender a competição caso detete o risco da queda de raios, e os jogadores não poderão voltar ao jogo enquanto se mantenha o alerta. Inclusive, nas notas esclarecedoras do manual de regras, fala-se da mortalidade por queda de raios neste desporto e solicita-se aos comités que tomem as precauções necessárias para evitar acidentes.

Seguindo as recomendações das regras do golfe, recordamos que todos os campos de golfe deveriam contar com um sistema de deteção de tempestades elétricas e alertas.

Mesmo que algumas normas, com a NCAA, falem da possibilidade de utilizar dispositivos que ajudem a detetar os raios e na tomada de decisões, em nenhum caso incidem nas características destes dispositivos nem no tempo de informação que levam para adotar alertas que garantam a segurança, portanto, existe a carência de um sistema de deteção fiável.

NFL (National Football League) dos Estados Unidos: normaliza o raio no campo como situação de emergência

A liga de futebol de USA (NFL) contempla na sua norma um apartado dedicado a situações de emergência que justificam que uma partida seja parada ou cancelada. O raio é um dos fenómenos climatológicos que representa uma ameaça real durante uma partida de futebol americano e que, portante, é motivo de paragens, segundo se indica no documento que contém toda a norma.

O comissário será responsável por decidir quando se detém a partida e quando é seguro iniciar novamente. Na norma não se fala sobre quais são os métodos utilizados para tomar decisões a respeito da proteção contra o raio em estádios.

Segurança em caso de raios nas ligas de futebol: regulamento FIFA

A FIFA tem uma norma de segurança para os estádios. Este documento contempla o risco por queda de raios, dentro do ponto 9 dedicado aos planos de contingência em estádios. Neste ponto explica-se que a equipa responsável pela segurança do estádio será a responsável por decidir em que caso se para ou cancela uma partida, e entre as possíveis causas contempladas encontram-se as condições meteorológicas adversas que incluem os raios.

Outras associações de futebol, como a Candian Soccer Associations têm a sua própria norma específica para segurança e prevenção em caso de raios. Neste caso, o documento da CSA, corretamente, adverte de que ausência de chuva e um céu azul, não significam que não existe risco de raio. Não obstante, recomenda utilizar como medida preventiva a regra 30/30 e como mencionámos anteriormente, esta acarreta importantes riscos.

Recomenda-se aplicar os sistemas de prevenção e proteção necessários para não correr riscos desnecessários. O objetivo destas medidas preventivas é evitar lamentáveis desgraças como a que aconteceu na República Democrática do Congo na partida entre Bena Tshadi e Basang.

Risco de queda de raio no motociclismo

Cada competição de motociclismo tem o seu próprio regulamento que afeta as competições. No caso do MotoGP, o dito regulamento não contempla um plano de atuação em caso de tempestade elétrica de maneira expressa, embora já se tenham parado provas quando existiu risco de queda de raio e alguns circuitos contam até com o seu próprio detetor de trovoadas ATSTORM® para poder garantir a segurança na pista e nas bancadas.

Em algumas ocasiões é a própria norma do país que exige a suspensão da corrida em caso de tempestade elétrica e será a Direção da Corrida a responsável por ordenar a evacuação de pilotos, pessoal de pista e assistentes.

Em todos os casos, um raio próximo da pista é motivo suficiente para que a Direção da Pista levante as bandeiras vermelhas. Esta decisão toma-se para proteger os corredores, o pessoal de pista e os camaras que se encontram nas alturas a utilizar equipamentos eletrónicos.

O risco de queda de raio é uma das preocupações dos responsáveis pela segurança nos circuitos e estádios, tendo que considerar as dificuldades ao parar uma competição e os riscos a que se expõem ao não o fazerem.

Mas, contam os circuitos e estádios com os dispositivos adequados que permitam alertar sobre o risco de queda de raios?

Recordamos que um céu claro nem sempre é garantia de ausência de raios. A única maneira de poder avaliar de forma fiável o risco de queda de raios é contar com um detetor de raios equipado com um sensor eletrostático que registe em tempo real os aumentos de campo.

Sistema de deteção de risco de queda de raios para eventos desportivos ou atividades ao ar livre

Um sistema de deteção de tempestades elétricas deveria fazer parte dos planos e protocolos de segurança e emergência. Basear as decisões referentes à segurança no aspeto do céu ou na regra 30/30 implica um nível de risco muito elevado.

O detetor de trovoadas ATSTORM® mede o campo eletrostático, pelo que quando se produzem elevações do campo (o campo eletrostático é uma indicação do risco de queda de raios: maior campo eletrostático, maior risco de queda de raios) alerta em diferentes níveis de emergência, desde um nível leve até um nível de alerta máximo.

Na Aplicaciones Tecnológicas oferecemos assessoria para proporcionar a melhor solução com base nas necessidades de cada cliente. Informe-se sem compromisso.