Especialistas em protecção contra o raio

Pára-raios Aplicaciones Tecnológicas - Especialistas em proteção contra o raio, sobretensões e detectores de trovoadas.

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Pára-raios

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PÁRA-RAIOS

Protecção Externa

 

A PROTECÇÃO EXTERNA contra o raio proporciona a protecção a estruturas contra danos físicos, assim como protecção contra lesões por tensões de passagem e contacto aos seres vivos.

Os elementos que compõem um  Sistema de Protecção contra o Raio são os seguintes:

  • Sistemas de captura.
  • Condutores de baixada.
  • Instalação de ligação à terra.
  • Uma instalação de protecção contra sobretensões adequada.
  • OUTRAS medidas que minimizem os efeitos destrutivos do raio (uniões equipotenciais,  etc.)

O sistema de captura  pode tratar-se de um Pára-raios com Dispositivo de Ionização (PDI) ou de um Sistema de Pontas e Malhas. Estes produtos devem com as Normas ou Regulamentos vigentes, tanto nacionais (normas UNE 21.186 y NFC 17.102, NP 4426, Código Técnico da Edificação), como internacionais (normas da série IEC: EN 62.305, EN 50.164).

Os pára-raios com dispositivo de ionização (PDI) baseiam o seu funcionamento nas características eléctricas da formação do raio. O raio começa com um traçador descendente que se propaga em qualquer direcção. Uma vez que se aproxima dos objectos situados sobre o solo, qualquer deles pode receber o impacto. O objectivo de um sistema externo de protecção contra o raio é que o ponto de impacto da descarga seja um objecto controlado, que proporcione à corrente do raio um caminho até à terra sem danificar a estrutura.
Os Pára-raios com Dispositivo de Ionização caracterizam-se por emitir o traçador ascendente continuo antes que qualquer outro objecto dentro do seu raio de protecção. As normas UNE 21186 e NFC 17102 e NP4426 definem esta característica mediante o parâmetro denominado tempo de avanço à ionização (Δt): "Ganho médio no instante de ionização dol traçador ascendente de um PDI em comparação com o de uma ponta de referência da mesma geometria, obtidos mediante ensaios. Mede-se em micro segundos." Este tempo de avanço na ionização determina o raio de protecção do pára-raios. Quanto maior seja a sua antecipação na formação do traçador ascendente, maior será a distância a que capturará o traçador descendente, evitando a queda de raios numa área maior. O tempo de avanço deve medir-se em um laboratório de alta tensão segundo um ensaio descrito nas normas de protecção contra o raio mediante PDI.

Os sistemas de captura mediante pontas e malhas consistem em repartir e dissipar a corrente de descarga do raio por um emalhado de condutores. As secções e materiais devem cumprir com o estabelecido nas normas.

Os condutores de baixada têm como objectivo derivar à terra a corrente de raio procedente do sistema de captura.

Por último a ligação à terra, transmite e dispersa a corrente do raio no terreno.